CCC 1426

A conversão a Cristo, o novo nascimento do Baptismo, o dom do Espírito Santo, o corpo e sangue de Cristo recebidos em alimento, tornaram-nos «santos e imaculados na sua presença» (Ef 1, 4), tal como a própria Igreja, esposa de Cristo, é «santa e imaculada na sua presença» (Ef 5, 27). No entanto, a vida nova recebida na iniciação cristã não suprimiu a fragilidade e a fraqueza da natureza humana, nem a inclinação para o pecado, a que a tradição chama concupiscência, a qual persiste nos baptizados, a fim de que prestem as suas provas no combate da vida cristã, ajudados pela graça de Cristo Cf. Concílio de Trento, Sess. 5ª, Decretum de peccato originali, can. 5: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum).. Este combate é o da conversão, em vista da santidade e da vida eterna, a que o Senhor não se cansa de nos chamar Cf.Concílio de Trento, Sess. 6ª, Decretum de iustificatione, c. 16: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum); II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 40: AAS — Acta Apostolicae SedisVolume 57 (1965) em vatican.va — PDF digitalizado (1965) 44-45..

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