CCC 1828
© Libreria Editrice Vaticana Fonte: vatican.va
A prática da vida moral animada pela caridade dá ao cristão a liberdade espiritual dos filhos de Deus. O cristão já não está diante de Deus como um escravo, com temor servil, nem como o mercenário à espera do salário, mas como um filho que corresponde ao amor «d'Aquele que nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19):
«Nós, ou nos desviamos do mal por temor do castigo e estamos na atitude do escravo, ou vivemos à espera da recompensa e parecemo-nos com os mercenários; ou, finalmente, é pelo bem em si e por amor d'Aquele que manda, que obedecemos [...], e então estamos na atitude própria dos filhos» São Basílio Magno, Regulae fusius tractatae, prol. 3: PG — Patrologia Graeca (Migne)..
Ler o capítulo completo 1. A Dignidade da Pessoa Humana ¶1700–1876
Citado em 1
- ¶1828 Perguntas(O que a Igreja chama de amor)