CCC 1848
© Libreria Editrice Vaticana Fonte: vatican.va
Como afirma São Paulo: «Onde abundou o pecado, superabundou a graça» (Rm 5, 20). Mas para realizar a sua obra, a graça tem de pôr a descoberto o pecado, para converter o nosso coração e nos obter «a justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor» (Rm 5, 21). Como um médico que examina a chaga antes de lhe aplicar o penso, Deus, pela sua Palavra e pelo seu Espírito, projecta uma luz viva sobre o pecado:
«A conversão requer o reconhecimento do pecado. Contém em si mesma o juízo interior da consciência. Pode ver-se nela a prova da acção do Espírito de verdade no mais íntimo do homem. Torna-se, ao mesmo tempo, o princípio dum novo dom da graça e do amor: "Recebei o Espírito Santo". Assim, neste "convencer quanto ao pecado". descobrimos um duplo dom: o dom da verdade da consciência e o dom da certeza da redenção. O Espírito da verdade é o Consolador» João Paulo II, Enc. Dominum et vivificantem, 31: AAS — Acta Apostolicae SedisVolume 78 (1986) em vatican.va — PDF digitalizado (1986) 843..
Ler o capítulo completo 1. A Dignidade da Pessoa Humana ¶1700–1876
Citado em 1
- ¶1848 Perguntas(Se um pecado pode ser perdoado)