CCC 405
© Libreria Editrice Vaticana Fonte: vatican.va
Embora próprio de cada um Concílio de Trento, Sess. 5.ª, Decretum de peccato originali, canon 3: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum)., o pecado original não tem, em qualquer descendente de Adão, carácter de falta pessoal. É a privação da santidade e justiça originais, mas a natureza humana não se encontra totalmente corrompida: está ferida nas suas próprias forças naturais, sujeita à ignorância, ao sofrimento e ao império da morte, e inclinada ao pecado (inclinação para o mal, que se chama concupiscência). O Baptismo, ao conferir a vida da graça de Cristo, apaga o pecado original e reorienta o homem para Deus, mas as consequências para a natureza, enfraquecida e inclinada para o mal, persistem no homem e convidam-no ao combate espiritual.