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Depois do Concílio de Calcedónia, alguns fizeram da natureza humana de Cristo uma espécie de sujeito pessoal. Contra eles, o quinto Concílio ecuménico, reunido em Constantinopla em 553, confessou a propósito de Cristo: «não há n'Ele senão uma só hipóstase (ou pessoa), que é nosso Senhor Jesus Cristo, um da santa Trindade» II Concílio de Constantinopla, Sess. 8ª, Canon 4: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum).. Tudo na humanidade de Cristo deve, portanto, ser atribuído à sua pessoa divina como seu sujeito próprio Cf. Concílio de Éfeso, Anathematismi Cyrilli Alexandrini, 4: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum).; não só os milagres, mas também os sofrimentos Cf. II Concílio de Constantinopla, Sess. 8ª, Canon 3: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum). e a própria morte: «Aquele que foi crucificado na carne, nosso Senhor Jesus Cristo, é verdadeiro Deus, Senhor da glória e um da Santíssima Trindade» Cf. II Concílio de Constantinopla, Sess. 8ª, Canon 10: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum)..
Ler o capítulo completo 2. Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus ¶422–682