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Mas, ao mesmo tempo, este conhecimento verdadeiramente humano do Filho de Deus exprimia a vida divina da sua pessoa Cf. São Gregório Magno, Ep. Sicut aqua: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum).. «A natureza humana do Filho de Deus, não por si mesma, mas pela sua união com o Verbo, conhecia e manifestava em si tudo o que é próprio de Deus» São Máximo Confessor, Quaestiones et dubia, Q. I, 67: CCG10, 155 (66: PG — Patrologia Graeca (Migne)).. É o caso, em primeiro lugar, do conhecimento íntimo e imediato que o Filho de Deus feito homem tem do seu Pai Cf. Mc 14, 36: Mt 11. 27; Jo I. 18; 8. 55; etc.. O Filho também mostrava, no seu conhecimento humano, a clarividência divina que tinha dos pensamentos secretos do coração dos homens Cf. Mc 2. 8; Jo 2, 25; 6. 61; etc..

Ler o capítulo completo 2. Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus ¶422–682