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Desde as primeiras formulações da fé Cf. DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum)., a Igreja confessou que Jesus foi concebido unicamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, afirmando igualmente o aspecto corporal deste acontecimento: Jesus foi concebido « absque semine, [...] ex Spiritu Sancto – do Espírito Santo, sem sémen [de homem]» Concílio de Latrão (ano 649), Canon 3: DS — Denzinger–Schönmetzer (Enchiridion Symbolorum).. Os Santos Padres vêem, na conceição virginal, o sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio ao mundo numa humanidade como a nossa:

Diz, por exemplo, Santo Inácio de Antioquia (princípio do século II): «Vós estais firmemente convencidos, a respeito de nosso Senhor, que Ele é verdadeiramente da raça de David segundo a carne Cf. Rm 1, 3.. Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus Cf. Jo 1, 13.; verdadeiramente nascido duma virgem [...], foi verdadeiramente crucificado por nós, na sua carne, sob Pôncio Pilatos [...] e verdadeiramente sofreu, como também verdadeiramente ressuscitou» Santo Inácio de Antioquia, Epistula ad Smyrnaeos 1-2: SC — Sources Chrétiennes (patristic critical-edition series)bis. p. 132-134 (Funk 1, 274‑276)..

Ler o capítulo completo 2. Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus ¶422–682