CCC 528
© Libreria Editrice Vaticana Fonte: vatican.va
A Epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, Filho de Deus e salvador do mundo. Juntamente com o baptismo de Jesus no Jordão e as bodas de Caná Sem texto de fonte disponível para esta nota., a Epifania celebra a adoração de Jesus pelos «magos» vindos do Oriente Cf. Mt 2, 1.. Nestes «magos», representantes das religiões pagãs circunvizinhas, o Evangelho vê as primícias das nações, que acolhem a Boa-Nova da salvação pela Encarnação. A vinda dos magos a Jerusalém, para «adorar o rei dos judeus» Cf. Mt 2, 2., mostra que eles procuram em Israel, à luz messiânica da estrela de David Cf. Nm 24, 17; Ap 22, 16., Aquele que será o rei das nações Cf. Nm 24, 17-19.. A sua vinda significa que os pagãos não podem descobrir Jesus e adorá-Lo como Filho de Deus e Salvador do mundo, senão voltando-se para os Judeus Cf. Jo 4, 22. e recebendo deles a sua promessa messiânica, tal como está contida no Antigo Testamento Cf. Mt 2, 4-6.. A Epifania manifesta que «todos os povos entram na família dos patriarcas» São Leão Magno, Sermão 33, 3: CCL 138, 173 (PL — Patrologia Latina (Migne)) [Solenidade da Epifania do Senhor, 2ª Leitura do Ofício de Leituras: Liturgia das Horas, v. 1 (Gráfica de Coimbra 1983) p. 519]. e adquire a « israelitica dignitas» – a dignidade própria do povo eleito Vigília Pascal, Oração depois da 3ª leitura: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 277 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 305]..
Ler o capítulo completo 2. Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus ¶422–682