CCC 674

A vinda do Messias glorioso está pendente, a todo o momento da história Cf. Rm 11, 31., do seu reconhecimento por «todo o Israel» Cf. Rm 11, 26; Mt 23, 39., do qual «uma parte se endureceu» Cf. Rm 11, 25. na «incredulidade» (Rm 11, 20) em relação a Jesus. E Pedro quem diz aos judeus de Jerusalém, após o Pentecostes: «Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os pecados vos sejam perdoados. Assim, o Senhor fará que venham os tempos de alívio e vos mandará o Messias Jesus, que de antemão vos foi destinado. O céu tem de O conservar até à altura da restauração universal, que Deus anunciou pela boca dos seus santos profetas de outrora» (Act 3, 19-21). E Paulo faz-se eco destas palavras: «Se da sua rejeição resultou a reconciliação do mundo, o que será a sua reintegração senão uma ressurreição de entre os mortos?» (Rm 11, 15). A entrada da totalidade dos judeus Cf. Rm 11, 12. na salvação messiânica, a seguir à «conversão total dos pagãos» Cf. Rm 11, 25; Lc 21, 24., dará ao povo de Deus ocasião de «realizar a plenitude de Cristo» (Ef 4, 13), na qual «Deus será tudo em todos» (1 Cor 15, 2).

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