A continência periódica designa “os métodos de regulação dos nascimentos baseados na auto-observação e no recurso aos períodos infecundos”. “Estes métodos respeitam o corpo dos esposos, estimulam a ternura entre eles e favorecem a educação duma liberdade autêntica”. Se “existem motivos sérios para distanciar os nascimentos”, Paulo VI ensinou que “é lícito ter em conta os ritmos naturais imanentes às funções geradoras”. Os esposos “sabem renunciar ao uso do matrimônio nos períodos fecundos, quando, por motivos justos, a procriação não é desejável”.
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