A adivinhação é a tentativa de conhecer o futuro pelo “recurso a Satanás ou aos demónios, evocação dos mortos ou outras práticas supostamente ‘reveladoras’ do futuro”, e todas as suas formas “devem ser rejeitadas”. O Catecismo cita “a consulta dos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e de sortes, os fenómenos de vidência, o recurso aos ‘médiuns’”, que encerram “uma vontade de dominar o tempo, a história e, finalmente, os homens”. Estão “em contradição com a honra e o respeito, penetrados de temor amoroso, que devemos a Deus e só a Ele”. O espiritismo “implica muitas vezes práticas divinatórias ou mágicas”, e a Igreja adverte os fiéis para que se acautelem dele. A atitude certa diante do que há de vir “consiste em pôr-se com confiança nas mãos da Providência”.
Glossa Catholica exibe suas páginas apenas em um navegador com JavaScript ativado. O colofão diz de onde vem cada texto aqui.