A idolatria “consiste em divinizar o que não é Deus”. É mais do que o falso culto pagão: “há idolatria desde o momento em que o homem honra e reverencia uma criatura em lugar de Deus, quer se trate de deuses ou de demónios (por exemplo, o satanismo), do poder, do prazer, da raça, dos antepassados, do Estado, do dinheiro”. Ela “recusa o senhorio único de Deus” e é, “pois, incompatível com a comunhão divina”. O Catecismo a chama “uma perversão do sentido religioso inato no homem”.
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