A liberdade é “o poder, radicado na razão e na vontade, de agir ou não agir, de fazer isto ou aquilo, praticando assim, por si mesmo, acções deliberadas”. É ela “que caracteriza os actos propriamente humanos”, e torna-se “fonte de louvor ou de censura, de mérito ou de demérito”. Enquanto não se fixa definitivamente em Deus, implica “a possibilidade de escolher entre o bem e o mal”. Mas “quanto mais o homem fizer o bem, mais livre se torna”, e a opção pelo mal “é um abuso da liberdade e conduz à escravidão do pecado”. A graça de Cristo “não faz concorrência de modo nenhum, à nossa liberdade, quando esta corresponde ao sentido da verdade e do bem que Deus colocou no coração do homem”.
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