O salário justo “é o fruto legítimo do trabalho”, e “recusá-lo ou retê-lo, pode constituir grave injustiça”. Para o calcular, “há que ter em conta, ao mesmo tempo, as necessidades de cada um e o contributo que presta”, de modo a assegurar “os recursos necessários para uma vida digna no plano material, social, cultural e espiritual”. João Paulo II disse que ele se torna “a verificação concreta da justiça de cada sistema sócio-económico”. Para um adulto com responsabilidades de família, a justa remuneração é “aquela que for suficiente para fundar e manter dignamente uma família e para assegurar o seu futuro”. O Código obriga os próprios administradores da Igreja a pagar “a retribuição justa e honesta aos que por contrato prestam serviços, de modo que possam prover convenientemente às suas necessidades e às da sua família”.
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