Atos dos Apóstolos 6
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
Os sete diáconos.
1 Naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, levantou-se uma murmuração dos Helenistas contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desatendidas na distribuição quotidiana (dos socorros). 2 Então os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: "Não é conveniente que deixemos a palavra de Deus para servir às mesas. 3 Portanto, irmãos, escolhei dentre vós sete varões de boa reputação, cheios de Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos desta obra. 4 Nós, porém, ocupar-nos-emos totalmente na oração e no ministério da palavra." 5 Agradou esta proposta a toda a assembleia e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Apresentaram-nos diante dos Apóstolos, e estes, depois de terem orado, impuseram-lhes as mãos. 7 A palavra do Senhor ia-se espalhando cada vez mais, multiplicava-se muito o número dos discípulos em Jerusalém, e também uma grande multidão de sacerdotes aderia à fé.Estêvão diante do Sinédrio.
8 Estêvão, cheio de graça e de fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. 9 Porém alguns da sinagoga, chamada dos Libertos, dos Cirenenses, dos Alexandrinos e dos que eram da Cilícia e da Asia, levantaram-se a disputar com Estêvão, 10 mas não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito que inspirava as suas palavras. 11 Então subornaram alguns que disseram: "Ouvimos dizer palavras de blasfêmia contra Moisés e contra Deus." 12 Amotinaram assim o povo, os anciães e os escribas; e, avançando contra ele, o arrebataram e levaram ao Sinédrio, 13 e apresentaram falsas testemunhas que diziam: "Este homem não cessa de proferir palavras contra o lugar santo e contra a lei; 14 ouvimos-lhe dizer que esse Jesus de Nazaré há-de destruir este lugar e há-de mudar as tradições que Moisés nos deixou." 15 E, fixando nele os olhos todos os que estavam sentados no Sinédrio, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.Citado em 65
- Este capítulo Summa (EN)(II-II 1.10)Sacerdotalis Caelibatus(§28)
- v. 1 Perguntas(A riqueza da Igreja)Apostolos Suos(§1)Deus Caritas Est(§20
§21) Dilexi Te(§32§37) Veritatis Splendor(§19) - v. 2 Summa (EN)(III 40.3
III 67.2) Perguntas(A riqueza da Igreja)Apostolos Suos(§1)Deus Caritas Est(§20§21) Dilexi Te(§32§37) Humani Generis Redemptionem(§102)Lumen Gentium(§20)Sacerdotalis Caelibatus(§28) - v. 3 Summa (EN)(II-II 184.6)Perguntas(A riqueza da Igreja)Apostolos Suos(§1)Deus Caritas Est(§20
§21) Dilexi Te(§32§37) Lumen Gentium(§20) - v. 4 Perguntas(A riqueza da Igreja)Ad Catholici Sacerdotii(§14)Apostolos Suos(§1)Christus Dominus(§15)Deus Caritas Est(§20
§21) Dilexi Te(§32§37) Lumen Gentium(§20)Pastores Gregis(§17)Sacerdotalis Caelibatus(§28)Sacrosanctum Concilium(§86) - v. 5 Perguntas(A riqueza da Igreja)Apostolos Suos(§1)Deus Caritas Est(§20
§21) Dilexi Te(§32§37) Evangelii Nuntiandi(§75)Lumen Gentium(§20) - v. 6 CCC(¶2632)Perguntas(A riqueza da Igreja)Apostolos Suos(§1)Deus Caritas Est(§20
§21) Dilexi Te(§32)Lumen Gentium(§20)Pastores Dabo Vobis(§15) - v. 7 CCC(¶595)Presbyterorum Ordinis(§4)Verbum Domini(§91)
- v. 8 Summa (EN)(III 7.10)Catechesi Tradendae(§11)Veritatis Splendor(§91)
- v. 10 Evangelii Nuntiandi(§75)
- v. 60 Veritatis Splendor(§91)
- v. 70 Veritatis Splendor(§91)