I Coríntios 3
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
Os Coríntios ainda eram imperfeitos.
1 Quanto a mim. Irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a pequeninos em Cristo. 2 Nutri-vos com leite Isto é, ensinei-vos apenas os elementos da doutrina cristã., não com alimento sólido, porque não podíeis (digeri-lo) e nem ainda agora podeis, porque sois ainda carnais. 3 Porquanto, havendo entre vós rivalidades e contendas, não é porque sois carnais e andais segundo o homem? 4 Quando um diz: "Eu sou de Paulo!" e outro: "Eu sou de Apolo!" não (se está vendo nisto que) sois homens (carnais)? Que é, pois, Apolo? E que é Paulo?Dignidade dos pregadores do Evangelho.
5 Ministros daquele, em quem vós crestes, e segundo o que o Senhor deu a cada um. 6 Eu plantei. Apolo regou, mas Deus é que deu o crescimento. 7 De modo que não é nada nem o que planta, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. O pregador do Evangelho nada fará sem a graça de Deus, que move as almas. Por isso, antes de tudo, deve recorrer à oração, e não confie nos seus dotes oratórios, se porventura os tem. Além disso, não desanime, se não vir frutos do seu trabalho porque será recompensado, não pelos frutos obtidos, mas pelo trabalho feito. 8 Uma mesma coisa é o que planta e o que rega; cada um receberá a sua recompensa segundo o seu trabalho. 9 Efetivamente, somos cooperadores de Deus. Vós sois cultura de Deus, sois edifício de Deus.Sua responsabilidade.
10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei (entre vós) o fundamento (da fé), como sábio arquiteto, mas outro edifica sobre ele. Veja cada um como edifica sobre ele. 11 Porque ninguém pode pôr outro fundamento, senão o que foi posto, isto é, Jesus Cristo. 12 Se alguém edifica sobre este fundamento com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, O ouro, a prata, e as pedras preciosassignificam as doutrinas sólidas, que confirmam os crentes na fé e na caridade. — A madeira, o feno e a palha indicam certos ensinamentos inúteis, destinados quase só a satisfazer a curiosidade dos ouvintes. 13 manifestada será a obra de cada um, pois o dia do Senhor a fará conhecer, visto que será revelado no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um. 14 Se subsistir Se resistir ao fogo a obra do ministro do Evangelho, porque foi edificada sobre Jesus, com ouro, etc., ele receberá um prêmio especial, além da salvação. — Se a obra do ministro do Evangelho arder, porque, embora tivesse Jesus como fundamento, foi edificada com madeira, etc., ele sofrerá o prejuízo, não recebendo a recompensa especial prometida aos Apóstolos; todavia será salvo, posto que à custa de muitos sofrimentos (como por meio de fogo). a obra do que a sobreedificou, receberá prêmio. 15 Se a obra de algum arder, ele sofrerá o prejuízo, mas será salvo, apesar disso, como por meio do fogo. 16 Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? 17 Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Com efeito, é santo o templo de Deus, que vós sois.Nada de preferências inspiradas pela sabedoria mundana.
18 Ninguém se iluda! Se algum dentre vós se tem por sábio, segundo este mundo, faça-se insensato para ser sábio. 19 Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus, pois está escrito: Eu apanharei os sábios na sua própria astúcia ( Job 5, 13 ). 20 E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; conhece que são vãos ( Sl 93, 11 ). 21 Portanto ninguém se glorie entre os homens. 22 Porque todas as coisas são vossas Isto é, estão dispostas por Deus para a vossa salvação espiritual., ou seja Paulo, ou seja Apolo, ou seja Cefas, ou seja o mundo, ou seja a vida ou seja a morte, ou sejam as coisas presentes, ou sejam as futuras; tudo é vosso, 23 mas vós (sois) de Cristo, e Cristo de Deus.Citado em 153
- Este capítulo Sacerdotalis Caelibatus(§48)Saeculo Exeunte Octavo(§37)
- v. 1 CCC(¶1031)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 2 Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 3 Summa (EN)(I-II 28.4
II-II 38.2) Reconciliatio Et Paenitentia(§4) - v. 4 CCC(¶756)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 5 Lebanon(§37)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 6 Dei Verbum(§7)Humani Generis Redemptionem(§102)Lebanon(§37)Maximum Illud(§32)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Sacerdotalis Caelibatus(§48)Satis Cognitum(§1)
- v. 7 Ad Gentes(§3
§13 Evangelii Gaudium(§12)Haerent Animo(§11)Lebanon(§37)Menti Nostrae(§57)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Sacerdotalis Caelibatus(§48)§25 §40) - v. 8 Summa (EN)(I-II 114.4
II-II 27.7 Ad Gentes(§28)Lebanon(§37)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)II-II 182.2) - v. 9 CCC(¶307
¶755 Summa (EN)(I 23.8¶756) III 72.11) Ad Gentes(§15)Lebanon(§32§37) Lumen Gentium(§6)Menti Nostrae(§4§7) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Spe Salvi(§35) - v. 10 Summa (EN)(I 1.6
II-II 45.1) Perguntas(O que acontece depois da morteO purgatório e as indulgências) Ad Gentes(§28)Magnifica Humanitas(§229§236) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Saeculo Exeunte Octavo(§37) - v. 11 CCC(¶756)Summa (EN)(I-II 67.3
II-II 4.7) Perguntas(O que acontece depois da morteO purgatório e as indulgências) Centesimus Annus(§3)Divino Afflante Spiritu(§28§33 E Supremi(§8)Lumen Gentium(§6)Mit Brennender Sorge(§3§57) §20) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Sacramentum Caritatis(§37) - v. 12 CCC(¶679)Summa (EN)(I-II 89
I-II 89.2 Perguntas(O que acontece depois da morteII-II 118.4 III 87.3 Suppl 89.6) O purgatório e as indulgências) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Spe Salvi(§46) - v. 13 CCC(¶679)Summa (EN)(Suppl 74.9
Suppl 97.1) Perguntas(O que acontece depois da morteO purgatório e as indulgências) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Spe Salvi(§46) - v. 14 CCC(¶679)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(56)Perguntas(O que acontece depois da morte
O purgatório e as indulgências) Gaudium et Spes(§38§39) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Spe Salvi(§46) - v. 15 CCC(¶679
¶1031) Summa (EN)(I-II 89.2III 68.2 Perguntas(O que acontece depois da morteIII 87.3 Suppl 99.4) O purgatório e as indulgências) Reconciliatio Et Paenitentia(§4)Spe Salvi(§46) - v. 16 CCC(¶797)Summa (EN)(I-II 109.9)Christifideles Laici(§20
§30) Divinum Illud Munus(§14)Dominum Et Vivificantem(§25)Ecclesia In Asia(§17)Lebanon(§23)Lumen Gentium(§4)Reconciliatio Et Paenitentia(§4) - v. 17 CCC(¶797)Summa (EN)(II-II 59.3)Divinum Illud Munus(§14)Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 18 Summa (EN)(II-II 46.1
II-II 113.1) Evangelica Testificatio(§29)Reconciliatio Et Paenitentia(§4) - v. 19 Summa (EN)(II-II 46.1
II-II 46.3) Evangelica Testificatio(§29)Reconciliatio Et Paenitentia(§4) - v. 20 Reconciliatio Et Paenitentia(§4)
- v. 21 Lumen Gentium(§36)
- v. 22 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(44
455) Caritas In Veritate(§79)Divini Redemptoris(§30)Evangelica Testificatio(§50)Gaudium et Spes(§34§37) - v. 23 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(44
455) Caritas In Veritate(§79)Divini Redemptoris(§30)Evangelica Testificatio(§50)Gaudium et Spes(§34§37) Lumen Gentium(§36)Mediator Dei(§30§33 Mystici Corporis Christi(§28§47) §59 §61) - v. 67 Sacerdotalis Caelibatus(§48)