I São João 3
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
1 Considerai que amor nos mostrou o Pai (em querer) que sejamos chamados filhos de Deus! E nós o somos. O mundo não nos conhece, porque não o conhece a ele. 2 Caríssimos, agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que seremos (um dia). Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele (na glória), porque o veremos como ele é.
A santidade, característica dos filhos de Deus.
3 Todo o que tem esta esperança nele, torna-se puro, assim como também ele é puro. 4 Todo o que comete pecado transgride a lei, porque o pecado é uma transgressão da lei. 5 Sabeis que ele apareceu para tirar os pecados e que nele não há pecado. 6 Todo o que permanece nele, não peca; todo o que peca, não o viu, nem o conheceu (com amor). 7 Filhinhos, ninguém vos seduza. Aquele que pratica a justiça, é justo, como também ele é justo.O pecado, característica dos filhos do demônio.
8 Aquele que comete o pecado, é do demônio, porque o demônio peca desde o principio. Para destruir as obras do demônio é que o Filho de Deus se manifestou. 9 Todo o que nasceu de Deus, não comete o pecado, porque a semente de Deus (que é a graça santificante) permanece nele: não pode pecar porque nasceu de Deus. 10 Nisto se distinguem os filhos de Deus dos filhos do demônio: todo o que não pratica a justiça, não é de Deus, e também não o é, o que não ama seu irmão, 11 visto que a mensagem que ouvistes, desde o princípio, é esta: Amemo-nos uns aos outros. 12 Não como Caim, que era do (espírito) maligno e matou seu irmão. E por que o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão justas. 13 Não vos admireis, irmãos, de que o mundo vos tenha ódio. 14 Sabemos que fomos trasladados da morte (do pecado) para a vida (da graça), porque amamos os nossos irmãos. Aquele que não ama, permanece na morte. 15 Todo o que tem ódio a seu irmão é um homicida, e vós sabeis que a vida eterna não tem morada em nenhum homicida. 16 Nisto conhecemos o amor (de Deus): em ter dado a sua vida por nós. Igualmente nós devemos também (estar prontos a) dar a vida pelos nossos irmãos. 17 Se alguém que possua bens deste mundo, vir o seu irmão em necessidade e lhe fechar o seu coração, como está nele a caridade de Deus?Frutos da caridade.
18 Meus filhinhos, não amemos (somente) de palavra e com a língua, mas por obra e em verdade. 19 Por isto conhecemos que somos da verdade e tranquilizaremos os nossos corações diante de Deus, 20 seja qual for a censura que o nosso coração nos dirija, porque Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. 21 Caríssimos, se o nosso coração nos não condenar, tenhamos confiança diante de Deus; 22 tudo o que lhe pedirmos, receberemos dele, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável a seus olhos. 23 E (em resumo) este é o seu mandamento: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros, como ele nos mandou. 24 O que observa os seus mandamentos, está em Deus, e Deus nele; pelo Espírito que nos deu, sabemos que ele permanece em nós.Citado em 179
- Este capítulo CCC(¶2822)Evangelium Vitae(§8)Populorum Progressio(§23)Sacerdotalis Caelibatus(§33)
- v. 1 CCC(¶1692)Christifideles Laici(§64
§74) Dominicae Cenae(§7)Evangelii Nuntiandi(§26)Evangelium Vitae(§2§38) Gaudium et Spes(§22)Lumen Gentium(§48)Mit Brennender Sorge(§33) - v. 2 CCC(¶163
¶1023 Summa (EN)(I 4.3¶1161 ¶1720 ¶2519 ¶2772) I 12.2 Dei Verbum(§7)Ecclesia In Europa(§73I 12.5 I 12.6 I-II 3.8 I-II 69.2 II-II 1.2 II-II 19.11 II-II 52.3 II-II 181.4 III 45.4 Suppl 92.1) §75) Evangelii Nuntiandi(§28)Evangelium Vitae(§2§38) Gaudium et Spes(§22)Lumen Gentium(§48)Mystici Corporis Christi(§20§45 Sacerdotalis Caelibatus(§33)§46) - v. 3 CCC(¶2345)
- v. 4 Summa (EN)(I-II 113.1
II-II 33.1 II-II 58.5 II-II 59.1 II-II 110.4) - v. 5 CCC(¶457)Indulgentiarum Doctrina(§5)Reconciliatio Et Paenitentia(§29)
- v. 8 CCC(¶385
¶392 Summa (EN)(III 8.7¶394) III 41.1) Ad Gentes(§14)Dominum Et Vivificantem(§37)Ecclesia In Medio Oriente(§8)Reconciliatio Et Paenitentia(§29) - v. 9 Summa (EN)(I 62.3
I-II 70.1 Ecclesia In Medio Oriente(§8)Reconciliatio Et Paenitentia(§18II-II 24.11) §20) - v. 10 Ecclesia In Medio Oriente(§8)
- v. 11 Ecclesia In Medio Oriente(§8)Evangelium Vitae(§8)
- v. 12 Ecclesia In Medio Oriente(§8)Evangelium Vitae(§8)
- v. 13 Ecclesia In Medio Oriente(§8)
- v. 14 CCC(¶1033)Summa (EN)(I-II 65.2
II-II 23.2 Amoris Laetitia(§316)Dilexit Nos(§167)Ecclesia In Medio Oriente(§8)Evangelii Gaudium(§272)Evangelium Vitae(§49)Fratelli Tutti(§61)Perfectae Caritatis(§15)II-II 36.3 II-II 184.1 III 64.5) - v. 15 CCC(¶1033)Summa (EN)(II-II 34.4
II-II 73.3) Ecclesia In Medio Oriente(§8)Evangelium Vitae(§54)Pacem, Dei Munus Pulcherrimum(§6§7) - v. 16 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(196)Summa (EN)(II-II 44.8
II-II 124.3) Perguntas(A doação de órgãos)Africae Munus(§28§41) Deus Caritas Est(§1)Dilexit Nos(§171)Evangelium Vitae(§77)Haurietis Aquas(§20§38 Lumen Gentium(§42)Mater et Magistra(§146§74) §158 Pacem, Dei Munus Pulcherrimum(§7§159) §9) Presbyterorum Ordinis(§3§6 Sacerdotalis Caelibatus(§56)Sollicitudo Rei Socialis(§40)§14) - v. 17 CCC(¶2447)Summa (EN)(I-II 105.2
II-II 71.1) Perguntas(A doação de órgãos)Casti Connubii(§9§119) Dilexi Te(§29§30) Ecclesia In America(§27)Evangelii Gaudium(§187)Gaudium et Spes(§62§70 Mater et Magistra(§146§71 §72) §158 Maximum Illud(§36)Pacem, Dei Munus Pulcherrimum(§7§159) §9) Perfectae Caritatis(§13)Populorum Progressio(§23)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Sollicitudo Rei Socialis(§31) - v. 18 Summa (EN)(II-II 25.9
II-II 32.5) Perguntas(A doação de órgãos)Africae Munus(§28)Caritas In Veritate(§6)Gaudium et Spes(§70§71 Graves De Communi Re(§13)Le Pèlerinage de Lourdes(§14§72) §39) Lebanon(§67§79) Pacem, Dei Munus Pulcherrimum(§7§9) Sacerdotalis Caelibatus(§56) - v. 19 CCC(¶208
¶1781 Perguntas(Quando a confissão nunca parece completa)¶2845) - v. 20 CCC(¶208
¶1781 Summa (EN)(II-II 27.5)Perguntas(Quando a confissão nunca parece completa)Reconciliatio Et Paenitentia(§13¶2845) §17) - v. 21 CCC(¶2778
¶2845) Perguntas(Quando a confissão nunca parece completa) - v. 22 CCC(¶2631
¶2845) Perguntas(Quando a confissão nunca parece completa) - v. 23 CCC(¶2845)Veritatis Splendor(§24)
- v. 24 CCC(¶2845)Pastores Dabo Vobis(§40)
- v. 32 Veritatis Splendor(§24)