I São João 4
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
Doutores falsos e verdadeiros.
1 Caríssimos, não acrediteis em todo o espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus, porque muitos falsos profetas apareceram no mundo. 2 Nisto se conhece o Espírito de Deus: todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne, é de Deus; 3 todo o espírito que não confessa Jesus, não é de Deus, mas é um Anticristo, do qual vós ouvistes que vem, e agora está já no mundo (por meio dos seus precursores, os hereges). 4 Vós, filhinhos, sois de Deus, e alcançastes vitória sobre eles, porque o (Deus) que está em vós, é mais poderoso que o (Anticristo) que está no mundo. Sobre eles, os falsos profetas. 5 Eles são do mundo, por isso falam a linguagem do mundo, e o mundo os ouve. 6 Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e do espírito do erro.III - Deus é caridade
Motivo do amor do próximo.
7 Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade vem de Deus. Todo o que (assim) ama, nasceu de Deus e conhece a Deus. 8 Quem não ama, não conheceu a Deus, porque Deus é caridade. 9 Nisto se manifestou a caridade de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele tenhamos a vida (da graça). 10 A caridade (de Deus) consiste nisto: em não termos sido nós os que amamos a Deus, mas em ter sido ele que nos amou e enviou o seu Filho, como vítima de propiciação pelos nossos pecados. 11 Caríssimos, se Deus nos amou assim, devemos nós também amar-nos uns aos outros.Se amarmos o nosso próximo, Deus permanecerá em nós,
12 Ninguém jamais viu a Deus. (Porém) se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e a sua caridade em nós é perfeita. O sentido deste versículo é o seguinte : Nós não vemos a Deus em si mesmo, mas, se amarmos o próximo, estamos certos de que Deus habita em nós, de que somos filhos e amigos. 13 Por isto conhecemos que estamos nele e ele em nós: porque nos comunicou o seu Espírito. 14 Nós vimos e testificamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15 Todo aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus. 16 Reconhecemos a caridade que Deus tem por nós e cremos nela. Deus é caridade; quem permanece na caridade, permanece em Deus, e Deus nele.e não teremos nenhum temor.
17 Nisto (conhecemos que) é perfeita em nós a caridade de Deus, se tivermos confiança no dia do juízo, porque, qual é ele Qual é ele...Esta parte do texto, de difícil interpretação, parece significar que a nossa semelhança com Cristo é a base da nossa confiança. (Jesus), tais nós somos neste mundo. 18 Na caridade não há temor; a caridade perfeita lança fora o temor, porque o temor supõe pena; (por isso) aquele que teme, não é perfeito na caridade. 19 Nós, portanto, amemos, porque ele nos amou primeiro.Portanto amemos o nosso próximo.
20 Se alguém disser: — eu amo a Deus — e odiar o seu irmão, é um mentiroso. Aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, como pode amar a Deus, a quem não vê? 21 Temos de Deus este mandamento: que aquele que ama a Deus, ame também o seu irmão.Citado em 216
- Este capítulo Ecclesia In Europa(§82)Ecclesiam Suam(§72)Humanae Vitae(§8)Sacerdotalis Caelibatus(§56)
- v. 1 Summa (EN)(II-II 70.3
II-II 189.10 Perguntas(Aparições e revelações particulares)Lumen Gentium(§37)Presbyterorum Ordinis(§9)III 68.3) - v. 2 CCC(¶423
¶463 Perguntas(Aparições e revelações particulares)Evangelii Gaudium(§233)Vita Consecrata(§103)¶465) - v. 3 CCC(¶465
¶672) Perguntas(Aparições e revelações particulares)Vita Consecrata(§103) - v. 6 Vita Consecrata(§73)
- v. 7 Marialis Cultus(§56
§66) Mulieris Dignitatem(§7)Pacem, Dei Munus Pulcherrimum(§5§6) Sacramentum Caritatis(§8)Veritatis Splendor(§24) - v. 8 CCC(¶214
¶221 Compêndio(42)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(54)Amoris Laetitia(§316)C’est la confiance(§8)Caritas In Veritate(§2)Deus Caritas Est(§12¶733 ¶1604) §31) Dives In Misericordia(§3§4 Doctor Mellifluus(§15)Dominum Et Vivificantem(§10)Ecclesia In Africa(§83)Evangelii Gaudium(§272)Familiaris Consortio(§11)Fratelli Tutti(§283)Gaudium et Spes(§38)Humanae Vitae(§5§13) §8) Marialis Cultus(§56§66) Misericordiae Vultus(§8)Mulieris Dignitatem(§7)Nostra Aetate(§5)Octogesima Adveniens(§17)Reconciliatio Et Paenitentia(§10)Redemptor Hominis(§7§9) Redemptoris Mater(§8)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Sacra Virginitas(§58)Sacramentum Caritatis(§8)Spes Non Confundit(§22)Tertio Millennio Adveniente(§50)Veritatis Splendor(§24§117) - v. 9 CCC(¶458
¶516) Compêndio(83)Deus Caritas Est(§17)Dilexi Te(§18)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Unitatis Redintegratio(§2) - v. 10 CCC(¶457
¶604 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(30¶614 ¶620 ¶1428 ¶1429) 39) Summa (EN)(I-II 111.3II-II 27.8) Deus Caritas Est(§1§17) Dilexit Nos(§1)Dominicae Cenae(§8)Ecclesia In Europa(§84)Ecclesiam Suam(§36§42 Evangelii Gaudium(§12§74) §24) Perfectae Caritatis(§6)Redemptionis Donum(§6)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Sacramentum Caritatis(§9§23) Verbum Domini(§26) - v. 11 CCC(¶735)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(32)Ad Gentes(§12)Ecclesia In Oceania(§10)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Veritatis Splendor(§24)
- v. 12 CCC(¶735)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(32)Amoris Laetitia(§316)Dilexi Te(§26)Redemptionis Donum(§16)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Verbum Domini(§90)
- v. 13 Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)
- v. 14 CCC(¶457)Dominum Et Vivificantem(§5)Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)
- v. 15 Mystici Corporis Christi(§32
§70 Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)§71) - v. 16 CCC(¶221
¶733 Compêndio(42)Summa (EN)(I-II 28.2¶1604) I-II 65.5 Perguntas(O que a Igreja chama de amor)Amoris Laetitia(§290)C’est la confiance(§8)Caritas In Veritate(§2)Deus Caritas Est(§1)Dilexi Te(§26)Dilexit Nos(§1)Dives In Misericordia(§3I-II 66.6 I-II 70.3 II-II 28.1 II-II 74.2 II-II 184.1 II-II 188.8 III 64.5) §4 Dominum Et Vivificantem(§10)Fratelli Tutti(§4)Lumen Fidei(§7§13) §15) Lumen Gentium(§42)Marialis Cultus(§56§66) Misericordiae Vultus(§8)Mulieris Dignitatem(§7)Mystici Corporis Christi(§33§72 Redemptor Hominis(§7§73) §9) Redemptoris Missio(§13)Sacerdotalis Caelibatus(§56)Spes Non Confundit(§22)Tertio Millennio Adveniente(§50)Verbum Domini(§6)Veritatis Splendor(§117) - v. 18 Summa (EN)(II-II 19.8
III 7.6 Suppl 4.1 Suppl 15.1) - v. 19 CCC(¶604
¶1828) Summa (EN)(II-II 83.9)Christus Vivit(§121)Dilexit Nos(§1)Ecclesia In Europa(§84)Evangelii Gaudium(§12§24) Gaudete Et Exsultate(§48)Mulieris Dignitatem(§25)Sacramentum Caritatis(§14)Veritatis Splendor(§24§115) - v. 20 CCC(¶2840)Summa (EN)(I-II 100.6
II-II 26.2) Deus Caritas Est(§16)Dilexi Te(§24§45) Dilexit Nos(§167)Ecclesia In America(§27)Fratelli Tutti(§61)Gaudium et Spes(§23§24) Le Pèlerinage de Lourdes(§19§54) Mystici Corporis Christi(§33§73 Sapientiae Christianae(§40)Veritatis Splendor(§14)§74) - v. 21 Summa (EN)(II-II 25.1
II-II 27.8 Mystici Corporis Christi(§33II-II 44.2 II-II 44.7) §73 Sapientiae Christianae(§40)§74)