São João 1
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
PRÓLOGO
O Verbo nas suas relações com Deus.
1 No principio existia o Verbo Isto é, a Palavra substancial de Deus., e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus. 2 Estava no princípio junto de Deus, 3 Todas as coisas foram feitas por ele; e sem ele nada foi feito. 4 Nele estava a vida Como em sua fonte universal., e a vida era a luz dos homens, 5 e a luz Isto é, o Verbo resplandece entre as trevas da ignorância causada pelo pecado, por meio dos patriarcas e dos profetas. Depois vem ele próprio ao mundo ensinar os homens. Mas as trevas não o compreenderam, isto é, uma grande parte dos homens, endurecidos resplandece nas trevas, e as trevas não o receberam.Missão de João Batista.
6 Apareceu um homem enviado por Deus que se chamava João. 7 Veio como testemunha para dar Para dar...para tornar conhecido Jesus Cristo, verdadeira luz dos homens. testemunho da luz, a fim de que todos crêssem por meio dele. 8 Não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz, 9 O Verbo era a luz verdadeira O texto original diz: A luz verdadeira, a que ilumina todo o homem, vinha ao mundo., que ilumina todo o homem que vem a este mundo. 10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. 11 Veio para o que era seu Isto é, para os Judeus chamados a herança de Deus (Ex. 15,17, etc.)., e os seus não o receberam. 12 Mas a todos os que o receberam, deu poder de se tornarem filhos de Deus, àqueles que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram Esta filiação adoptiva não se realiza por meio de uma geração carnal, mais por meio de uma geração espiritual que tem por princípio o próprio Deus, o qual nos comunica a sua graça, e nos torna participantes da sua natureza. do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.Encarnação e seus frutos.
14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de Filho Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade. 15 João dá testemunho dele e clama: Este era aquele de quem eu disse: O que há-de vir depois de mim, é mais do que eu, porque existia antes de mim. 16 Todos nós participamos da sua plenitude, e recebemos graça sobre graça; 17 porque a lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade foi trazida por Jesus Cristo. A lei dada por Moisés, além de ser imperfeita, somente fazia conhecer o mal, e não dava forças para o evitar, estando cheia de figuras. Jesus Cristo, porém , deu-nos a graça, que nos fortalece para fazer a vontade de Deus, e, com a sua encarnação, fez passar à realidade as figuras do Antigo Testamento, e fez conhecer a verdade por meio da revelação dos mais altos mistérios de Deus. 18 Ninguém jamais viu Deus; o Filho Unigénito, que está no seio do Pai, ele mesmo é que o deu a conhecer.MANIFESTAÇÕES DA GLÓRIA DIVINA DE JESUS
As três primeiras manifestações de Jesus
Dois testemunhos de João Baptista.
19 Eis o testemunho de João, quando os Judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas a perguntar-lhe: "Quem és tu"? 20 Ele confessou a verdade, não a negou; e confessou: "Eu não sou o Cristo". 21 Eles perguntaram-lhe: "Quem és pois? És tu Elias"? Ele respondeu: "Não sou". "És tu o profeta Segundo a opinião dos Judeus, um enviado de Deus devia preceder o Messias."? Respondeu: "Não". 22 Disseram-lhe então: "Quem és, pois, para que possamos dar resposta aos que nos enviaram? Que dizes de ti mesmo?" 23 Disse-lhes então: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías ( Is 40, 3 )." 24 Ora os que tinham sido enviados eram fariseus. 25 Interrogaram-no, dizendo: "Como baptizas, pois, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?" 26 João respondeu-lhes: "Eu baptizo em água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. Eu baptiso em água, em oposição ao baptismo no Espírito Santo, que Jesus dará. 27 Esse é o que há-de vir depois de mim, ao qual eu não sou digno de desatar a correia das sandálias." 28 Estas coisas passaram-se em Betânia, da banda de além do Jordão, onde João estava baptizando. 29 No dia seguinte João viu Jesus, que vinha ter com ele, e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, eis o que tira o pecado do mundo. 30 Este é aquele, de quem eu disse: Depois de mim vem um homem que é superior a mim, porque era antes de mim, 31 e eu não o conhecia, mas vim baptizar em água, para ele ser reconhecido em Israel." 32 João deu este testemunho: "Vi o Espírito descer do céu em forma de pomba, e repousou sobre ele. 33 Eu não o conhecia, mas o que me mandou baptizar em água, disse-me: Aquele, sobre quem vires descer e repousar o Espírito, esse é o que baptiza no Espírito Santo. 34 Eu o vi, e dei testemunho de que ele é o Filho de Deus."Jesus e os cinco primeiros discípulos
35 Ao outro dia João lá estava novamente com dois de seus discípulos. 36 Vendo Jesus que ia passando, disse: "Eis o Cordeiro de Deus." 37 Ouvindo as suas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. 38 Jesus, voltando-se para trás, e vendo que o seguiam, disse-lhes: "Que buscais vós?" Eles disseram-lhe: "Rabi (que quer dizer Mestre), onde habitas?" 39 Jesus disse-lhes: "Vinde ver." Foram, viram onde habitava, e ficaram com ele aquele dia. Era então quase a hora décima. 40 André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o que João dissera, e que tinham seguido Jesus. 41 Este encontrou primeiro seu irmão Simão, e disse-lhe: "Encontramos o Messias" (que quer dizer Cristo). 42 Levou-o a Jesus. Jesus, fixando nele o olhar, disse: "Tu és Simão, filho de João, tu serás chamado Cefas, que quer dizer Pedro ou Pedra." 43 No dia seguinte Jesus resolveu ir à Galileia. Encontrou Filipe, e disse-lhe: "Segue-me." 44 Filipe era natural da cidade de Betsaida, pátria de André e de Pedro. 45 Filipe encontrou Natanael, e disse-lhe: "Encontramos aquele de quem escreveram Moisés na lei e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José Filipe não conhecia ainda o mistério da encarnação e da conceição virginal de Jesus Cristo e ignorava que ele tinha nascido em Belém." 46 Natanael disse-lhe: "De Nazaré Nazaré era uma aldeia desprezada por todos, e por isso Natanael não acreditava que o Messias viesse de lá. pode porventura sair coisa que seja boa?" Filipe disse-lhe: "Vem ver." 47 Jesus viu Natanael, que ia ter com ele, e disse dele: "Eis um verdadeiro Israelita, em quem não há dolo." 48 Natanael disse-lhe: "Donde me conheces tu?" Jesus respondeu-lhe: "Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, quando estavas debaixo da figueira." 49 Natanael respondeu: "Mestre, tu és o filho de Deus, tu és o rei de Israel." 50 Jesus respondeu-lhe: "Porque eu te disse que te vi debaixo da figueira, crês; verás coisas maiores que esta." 51 E acrescentou: "Em verdade, em verdade vos digo, vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo Há aqui uma referência à visão de Jacó (Gn. 28, 12). O Filho do homem, tendo os anjos ao seu dispor, estabelecerá uma intima comunicação entre o céu e a terra. sobre o Filho do homem."Citado em 574
- Este capítulo Ad Gentes(§5)Familiaris Consortio(§20)Laborem Exercens(§26)Spe Salvi(§33)Tertio Millennio Adveniente(§44)
- v. 1 CCC(¶102
¶241 Summa (EN)(I 34.1¶291 ¶454 ¶2780) I 43.1) Dei Verbum(§4)Dilexit Nos(§74)Dominum Et Vivificantem(§33)Ecclesia In Asia(§14)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Pastores Dabo Vobis(§46)Redemptor Hominis(§18§20) Redemptoris Mater(§1)Verbum Domini(§5§6) Vita Consecrata(§75) - v. 2 CCC(¶291)Dei Verbum(§4)Dominum Et Vivificantem(§33)Ecclesia In Asia(§14)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Pastores Dabo Vobis(§46)Redemptor Hominis(§18
§20) Redemptoris Missio(§6)Verbum Domini(§5§108) - v. 3 CCC(¶54
¶268 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(262)Summa (EN)(I 18.4¶291 ¶486 ¶1108) I 39.8 Ad Gentes(§3)Dei Verbum(§3I 45.6 I 74.3 III 10.2) §4) Dies Domini(§8§42) Dominum Et Vivificantem(§33)Ecclesia In Asia(§14)Fides Et Ratio(§11)Gaudium et Spes(§38)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Novo Millennio Ineunte(§5)Pastores Dabo Vobis(§46§57) Redemptor Hominis(§18§20) Verbum Domini(§5§6 §8 §108) - v. 4 CCC(¶612
¶878 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Summa (EN)(I 18.4)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dies Domini(§27)Dominum Et Vivificantem(§52)Ecclesia In Asia(§14)Evangelium Vitae(§37¶1108) §103) Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Pastores Dabo Vobis(§46)Redemptor Hominis(§18§20) Verbum Domini(§5§12) Veritatis Gaudium(§1) - v. 5 CCC(¶1108)Compêndio(41)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dies Domini(§27)Evangelium Vitae(§103)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Magnifica Humanitas(§211)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5
§12) - v. 6 CCC(¶717
¶1108 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Summa (EN)(III 38.1)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5)¶1863) - v. 7 CCC(¶719
¶1108) Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Summa (EN)(III 38.1)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Lebanon(§36)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5) - v. 8 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5)
- v. 9 CCC(¶1216)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(121)Summa (EN)(I 79.4
I 88.3 Ad Catholici Sacerdotii(§14I-II 79.3 III 5.4 III 9.1 Suppl 92.1) §18) Ad Petri Cathedram(§4§8 Africae Munus(§176)Amoris Laetitia(§64§56 §109) §78) Dei Verbum(§4)Dies Domini(§27)Evangelica Testificatio(§45)Fides Et Ratio(§11)Gaudium et Spes(§55§57) Laudato si’(§99)Lebanon(§36)Marialis Cultus(§12)Mediator Dei(§15§17 Redemptoris Missio(§5)Summi Pontificatus(§6)Tertio Millennio Adveniente(§59)Verbum Domini(§5)Veritatis Splendor(§1)§25) - v. 10 Summa (EN)(I 47.3)Ad Gentes(§3)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dominum Et Vivificantem(§33)Ecclesia In Asia(§14)Fides Et Ratio(§11)Gaudium et Spes(§57)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5)
- v. 11 CCC(¶530
¶2780) Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dilexi Te(§73)Dilexit Nos(§34)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Verbum Domini(§5§50) - v. 12 CCC(¶526
¶706 Summa (EN)(II-II 104.6¶1692 ¶1996) III 23.2) Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dominum Et Vivificantem(§52)Evangelium Vitae(§37)Fides Et Ratio(§11)Gaudium et Spes(§22)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Mulieris Dignitatem(§19)Mystici Corporis Christi(§12)Pastores Dabo Vobis(§46)Redemptor Hominis(§18§20) Redemptoris Missio(§20)Verbum Domini(§5§49 §50 §51) - v. 13 CCC(¶496
¶505 Summa (EN)(III 27.1¶526 ¶706 ¶1996) III 28.1) Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dominum Et Vivificantem(§52)Evangelica Testificatio(§11)Evangelium Vitae(§37)Fides Et Ratio(§11)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Presbyterorum Ordinis(§16)Sacerdotalis Caelibatus(§26)Verbum Domini(§5§50) - v. 14 CCC(¶423
¶445 Compêndio(83¶454 ¶461 ¶594 ¶705 ¶1996 ¶2466) 86) Summa (EN)(I-II 108.1III 1.3 Ad Gentes(§3)Ad Petri Cathedram(§4)Africae Munus(§160)Amoris Laetitia(§64)Catechesi Tradendae(§5III 1.5 III 5.3 III 6.3 III 6.6 III 7.7 III 7.9 III 7.10 III 7.12 III 8.1 III 10.4 III 15.3 III 16.6 III 23.4 III 26.2 III 27.5 III 34.1 III 34.2 III 49.6 III 59.2 III 59.3 III 69.5 III 72.1) §73) Dei Verbum(§2§4 Dominum Et Vivificantem(§50§17) §52) Ecclesia In Africa(§60)Ecclesia In Asia(§5)Ecclesia In Oceania(§36)Evangelium Vitae(§3)Fides Et Ratio(§9§11 Gaudete Et Exsultate(§135)Haurietis Aquas(§8§34) §17 Laudato si’(§99)Lumen Fidei(§30)Marialis Cultus(§12)Mediator Dei(§15§30) §17 Mulieris Dignitatem(§3)Mysterium Fidei(§8§24) §67 Mystici Corporis Christi(§21§68 §69) §47 Novo Millennio Ineunte(§20§48) §22) Pastores Dabo Vobis(§72)Redemptor Hominis(§1§18) Redemptoris Custos(§15)Redemptoris Mater(§1§20) Redemptoris Missio(§6)Sacrae Laudis(§6)Sacramentum Caritatis(§35§45) Sempiternus Rex Christus(§37)Spe Salvi(§49)Tertio Millennio Adveniente(§3)Verbum Domini(§1§5 Veritatis Splendor(§2)Vita Consecrata(§75)§6 §7 §11 §20 §32 §50 §56 §80 §90) - v. 15 CCC(¶1996)Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Fides Et Ratio(§11
§34) Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Mystici Corporis Christi(§21§47 Verbum Domini(§5)§48) - v. 16 CCC(¶423
¶504 Summa (EN)(II-II 176.1¶1996) III 1.6 Amoris Laetitia(§64)Catechesi Tradendae(§53)Dei Verbum(§4)Fides Et Ratio(§11III 2.11 III 6.3 III 7.1 III 8.1 III 8.5 III 19.4 III 24.3 III 27.5 III 39.6 III 53.3 III 59.3 III 64.4 III 69.4 III 69.5 Suppl 76.1) §34) Haurietis Aquas(§9§18 Incarnationis Mysterium(§1)Laudato si’(§99)Marialis Cultus(§12)Mystici Corporis Christi(§21§33) §47 Redemptor Hominis(§18)Redemptoris Missio(§6)Ut Unum Sint(§41)Verbum Domini(§5§48) §90) - v. 17 CCC(¶1996
¶2787) Summa (EN)(I 73.1I-II 98.1 Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§2I-II 98.3 I-II 112.1 II-II 14.2 III 2.11 III 27.5 III 38.3 III 61.4 III 79.1) §4) Fides Et Ratio(§11)Haurietis Aquas(§9§18 Laudato si’(§99)Lebanon(§36)Marialis Cultus(§12)Octobri Mense(§4§33) §12) Verbum Domini(§5§90) Veritatis Splendor(§23) - v. 18 CCC(¶151
¶454 Summa (EN)(I 12.1¶473 ¶1996) I 33.3 Amoris Laetitia(§64)Dei Verbum(§4)Dilexi Te(§18)Dilexit Nos(§74)Dives In Misericordia(§1I 41.3 I 88.3 Suppl 92.1) §2) Divinum Illud Munus(§3)Ecclesia In Europa(§16§19) Evangelii Gaudium(§267)Fides Et Ratio(§11§34) Laudato si’(§99)Lumen Fidei(§18)Marialis Cultus(§12)Mystici Corporis Christi(§22§49 Redemptor Hominis(§18§50) §19 Redemptoris Missio(§5§20) §6) Rosarium Virginis Mariae(§32)Tertio Millennio Adveniente(§6)Verbum Domini(§5§14 §54 §89 §90) - v. 19 CCC(¶575)Amoris Laetitia(§64)Sacramentum Caritatis(§9)
- v. 20 Amoris Laetitia(§64)
- v. 21 Amoris Laetitia(§64)
- v. 22 Amoris Laetitia(§64)Gaudium et Spes(§22)
- v. 23 CCC(¶719)Summa (EN)(III 38.2)Amoris Laetitia(§64)
- v. 24 Amoris Laetitia(§64)
- v. 25 Amoris Laetitia(§64)
- v. 26 Amoris Laetitia(§64)Reconciliatio Et Paenitentia(§27)
- v. 27 Amoris Laetitia(§64)Evangelium Vitae(§25)
- v. 28 Amoris Laetitia(§64)
- v. 29 CCC(¶408
¶523 Compêndio(105)Summa (EN)(I-II 82.2¶536 ¶608 ¶613 ¶1137 ¶1505) I-II 103.2 Amoris Laetitia(§64)Dominicae Cenae(§11)Dominum Et Vivificantem(§19)Haurietis Aquas(§9III 1.4 III 22.3 III 28.1 III 31.8 III 37.3) §18 Indulgentiarum Doctrina(§5)Reconciliatio Et Paenitentia(§29)Sacramentum Caritatis(§9)Salvifici Doloris(§15§32) §17) Spe Salvi(§36)Summi Pontificatus(§3)Tertio Millennio Adveniente(§19) - v. 30 Amoris Laetitia(§64)
- v. 31 CCC(¶438
¶486) Summa (EN)(III 36.4III 38.1 III 38.5 III 64.4) - v. 32 CCC(¶486
¶536 ¶713) - v. 33 CCC(¶486
¶536 Compêndio(141)Summa (EN)(I 36.2¶713 ¶719 ¶1286) III 38.2 Dominum Et Vivificantem(§19)Reconciliatio Et Paenitentia(§27)III 39.1 III 64.3 III 64.5 III 66.5 III 66.9 III 67.4) - v. 34 CCC(¶486
¶713 Summa (EN)(II-II 2.7)Dominum Et Vivificantem(§19)¶719 ¶1286) - v. 35 CCC(¶719)Summa (EN)(III 43.3)Perguntas(Tornar-se católico já adulto)Pastores Dabo Vobis(§34)
- v. 36 CCC(¶608
¶719) Perguntas(Tornar-se católico já adulto)Pastores Dabo Vobis(§13§34) - v. 37 Summa (EN)(III 38.6)Perguntas(Tornar-se católico já adulto)Lumen Fidei(§30)Pastores Dabo Vobis(§34
§46) - v. 38 Perguntas(Tornar-se católico já adulto)Ecclesia In America(§9
§68) Pastores Dabo Vobis(§34§46) - v. 39 Summa (EN)(II-II 2.7)Perguntas(Tornar-se católico já adulto)Christus Vivit(§153)Ecclesia In America(§9
§68) Evangelii Gaudium(§13)Pastores Dabo Vobis(§34§46) Vita Consecrata(§64) - v. 40 Pastores Dabo Vobis(§34)
- v. 41 Evangelii Gaudium(§120)Pastores Dabo Vobis(§34
§38 §46) - v. 42 Perguntas(O Papa)Pastores Dabo Vobis(§34
§38 §46) - v. 43 CCC(¶878)Redemptor Hominis(§18
§21) Redemptoris Mater(§20) - v. 45 Evangelium Vitae(§103)Redemptoris Custos(§9)
- v. 48 Dilexit Nos(§40)Evangelii Gaudium(§264)
- v. 51 Deus Caritas Est(§3
§7) - v. 52 Reconciliatio Et Paenitentia(§7)
- v. 54 Verbum Domini(§12)
- v. 73 Evangelica Testificatio(§11)