São Lucas 16
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
Feitor infiel.
1 Disse também a seus discípulos; "Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de ter dissipado os seus bens. 2 Chamou-o, e disse-lhe: Que é isto que ouço dizer de ti? Dá conta da tua administração; não mais poderás ser meu feitor, 3 Então o feitor disse consigo: Que farei, visto que o meu senhor me tira a administração? Cavar não posso, de mendigar tenho vergonha. 4 Já sei o que hei-de fazer, para que, quando for removido da administração, haja quem me receba em sua casa. 5 Tendo chamado cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? 6 Ele respondeu: Cem cados de azeite. Então disse-lhe: Toma a tua caução, senta-te e escreve depressa cinquenta. 7 Depois disse a outro: Tu quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Disse-lhe o feitor: Toma a tua caução e escreve oitenta. 8 E o senhor louvou Isto é, admirou a sua habilidade, mas não louvou a injustiça cometida. o feitor iníquio, por ter procedido sagazmente. Porque os filhos deste século são mais hábeis no trato com os seus semelhantes que os filhos da luz. 9 Portanto eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da iniquidade Nome dado por Jesus às riquezas terrenas, por serem muitas vezes o fruto ou a origem de iniquidades., para que, quando vierdes a precisar, vos recebam nos tabernáculos eternos. 10 O que é fiel no pouco, também é fiel no muito; e o que é injusto no pouco, também é injusto no muito. 11 Se, pois Se, pois..., isto é, se não fizestes o uso que Deus queria das riquezas temporais, também não sereis fiéis no uso das verdadeiras riquezas espirituais, que são as graças de Deus., vós não fostes fiéis nas riquezas iníquas, quem fiará de vós as verdadeiras? 12 E se vós não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso? As riquezas temporais são consideradas uma coisa alheia, porque não vêm connosco ao mundo, nem nos acompanha para a eternidade, e podem perder-se com facilidade. As riquezas espirituais são verdadeiramente nossas, porque ninguém as pode tirar, e acompanha-nos para o céu. Se não formos, pois, fieis, na administração do alheio, isto é, das riquezas temporais, também Deus não nos confiará o que é nosso, isto é, os verdadeiros tesouros espirituais. 13 Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou odiará um, e amará o outro, ou se afeiçoará a um, e desprezará o outro. Não podeis servir Deus e o dinheiro." Ver nota Mt. 6,24, fn.Murmuração dos fariseus; indissolubilidade do matrimónio.
14 Ora os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele. 15 Jesus disse-lhes: "Vós sois aqueles que pretendeis passar por justos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; o que é excelente segundo os homens, é abominação diante de Deus. 16 A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todos se esforçam por entrar nele pela violência. 17 Ora é mais fácil passar o céu e a terra, do que perder-se um til da lei. 18 Todo o que repudia sua mulher, e toma outra, comete adultério; e o que casa com a que foi repudiada por seu marido, comete adultério.O rico avarento e Lázaro.
19 Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e de linho fino, e todos os dias se banqueteava esplêndidamente.Citado em 373
- Este capítulo Gaudium et Spes(§64)Pastores Gregis(§67)Populorum Progressio(§47)Sollicitudo Rei Socialis(§33)
- v. 1 CCC(¶952
¶2831) Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26) - v. 2 CCC(¶952)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)
- v. 3 CCC(¶952)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)Menti Nostrae(§85)
- v. 4 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)
- v. 5 Summa (EN)(Suppl 18.4)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)
- v. 6 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)
- v. 7 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)Laborem Exercens(§26)
- v. 8 Summa (EN)(II-II 47.13
II-II 55.1 Amoris Laetitia(§26)Anni Sacri(§6)Evangelii Praecones(§10II-II 92.1) §53 Gaudium et Spes(§64)Haerent Animo(§26)Laborem Exercens(§26)Quadragesimo Anno(§146)Redemptor Hominis(§7§54) §11) - v. 9 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(453)Summa (EN)(I-II 114.6
II-II 32.7 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)II-II 32.9 II-II 100.3 Suppl 99.5) - v. 10 CCC(¶2831)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(453)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 11 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(453)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 12 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(453)Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 13 CCC(¶2424)Compêndio da Doutrina Social da Igreja(181
453) Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64) - v. 14 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 15 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 16 CCC(¶523)Amoris Laetitia(§26)Evangelii Nuntiandi(§10)Gaudium et Spes(§64)
- v. 17 Amoris Laetitia(§26)Gaudium et Spes(§64)
- v. 18 CCC(¶2382)Amoris Laetitia(§26)Casti Connubii(§3
§6 Gaudium et Spes(§27§32 §87) §64) Quadragesimo Anno(§148) - v. 19 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12¶2831) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 20 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12¶2831) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§33§42) Spe Salvi(§44) - v. 21 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12¶2831) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§33§42) Spe Salvi(§44) - v. 22 CCC(¶336
¶633 Summa (EN)(III 59.5¶1021 ¶1859 ¶2463 ¶2831) Suppl 69.2 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Suppl 69.4) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 23 CCC(¶633
¶1859 Summa (EN)(I 89.2¶2463 ¶2831) I 89.7 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Suppl 98.9) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 24 CCC(¶633
¶1859 Summa (EN)(I 107.4)Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12¶2463 ¶2831) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 25 CCC(¶633
¶1859 Summa (EN)(I 77.8¶2463 ¶2831) I 89.6 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12I-II 67.2 Suppl 70.2 Suppl 98.7) §15 Dilexi Te(§22§19) §87) Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 26 CCC(¶633
¶1859 Perguntas(A propriedade e a riqueza)Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12¶2463 ¶2831) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 27 CCC(¶1859
¶2463 Summa (EN)(I 89.8¶2831) Suppl 98.4) Perguntas(A propriedade e a riquezaExperiências de quase-morte Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Fantasmas e os mortos) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 28 CCC(¶1859
¶2463 Summa (EN)(I 89.4¶2831) I 89.8 Perguntas(A propriedade e a riquezaSuppl 98.4) Experiências de quase-morte Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Fantasmas e os mortos) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 29 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza¶2831) Experiências de quase-morte Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Fantasmas e os mortos) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 30 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza¶2831) Experiências de quase-morte Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Fantasmas e os mortos) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 31 CCC(¶1859
¶2463 Perguntas(A propriedade e a riqueza¶2831) Experiências de quase-morte Amoris Laetitia(§26)Deus Caritas Est(§12Fantasmas e os mortos) §15 Dilexi Te(§87)Ecclesia In Asia(§34)Gaudium et Spes(§23§19) §27 Incarnationis Mysterium(§12)Populorum Progressio(§47)Redemptor Hominis(§13§64) §16) Sollicitudo Rei Socialis(§42)Spe Salvi(§44) - v. 1931 Incarnationis Mysterium(§12)Sollicitudo Rei Socialis(§42)