São Marcos 1
Bíblia Sagrada (Matos Soares)
© Manuel de Matos Soares Fonte: liriocatolico.com.br
INTRODUÇÃO
Pregação de João Batista.
1 Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. 2 Conforme está escrito no profeta Isaías: Eis que envio o meu anjo ante a tua presença, o qual preparará o teu caminho ( Ml 3, 1 ). 3 Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas ( Is 40, 3 ).Batismo e tentações de Jesus.
9 Ora aconteceu naqueles dias que Jesus veio de Nazaré da Galileia, e foi baptizado por João no Jordão. 10 No momento de sair da água, viu os céus abertos, e o Espírito Santo que descia sobre ele em forma de pomba; 11 e ouviu-se dos céus uma voz: "Tu és o meu Filho amado, em ti pus as minhas complacências." 12 Imediamente o Espírito o impeliu para o deserto. 13 E permaneceu no deserto quarenta dias, sendo tentado por Satanás. Vivia entre os animais selvagens, e os anjos o serviam.Primeiras obras de Cristo
Começo da pregação de Jesus.
14 Depois que João foi preso, foi Jesus para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus, 15 e dizendo: "Está completo o tempo e aproxima-se o reino de Deus; fazei penitência, crede no Evangelho.Vocação dos primeiros discípulos
16 Passando ao longo do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. 17 Jesus disse-lhes: "Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens." 18 Imediatamente, deixadas as redes, o seguiram. 19 Tendo passado um pouco adiante dali, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam também numa barca consertando as redes. 20 Chamou-os logo. Eles, tendo deixado na barca seu pai Zebedeu com os jornaleiros, seguiram-no.Pregação e milagre na sinagoga.
21 Depois foram a Cafarnaum; e Jesus tendo entrado no sábado na sinagoga, ensinava. 22 Os ouvintes ficavam admirados com a sua doutrina, porque os ensinava, como quem tem autoridade, e não como os escribas Os escribas baseavam sempre os seus ensinamentos na autoridade dos mestres antigos. Jesus, porém, falava em nome próprio, como sendo superior a todos os mestres.. 23 Na sinagoga estava um homem possesso do espírito imundo, o qual começou a vociferar: 24 "Que tens tu que ver connosco, ó Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem és, o Santo de Deus." 25 Mas Jesus o ameaçou, dizendo: "Cala-te, e sai desse homem!" 26 Então o espírito imundo, agitando-o violentamente, e dando um grande grito, saiu dele. 27 Ficaram todos tão admirados, que se interrogavam uns aos outros: "Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele manda com autoridade até aos espíritos imundos, e obedecem-lhe." 28 E divulgou-se logo a sua fama por toda a terra da Galileia.Cura da sogra de Pedro e de muitos outros enfermos.
29 Logo que saíram da sinagoga, foram a casa de Simão e de André, com Tiago e João. 30 A sogra de Simão estava de cama com febre. Falaram-lhe logo dela. 31 Jesus, aproximando-se e tomando-a pela mão, levantou-a. Imediatamente a deixou a febre, e ela pôs-se a servi-los. 32 De tarde, sendo já sol-posto, traziam-lhe todos os enfermos e possessos, 33 e toda a cidade se tinha juntado diante da porta. 34 Curou muitos que se achavam oprimidos com várias doenças, expeliu muitos demônios, e não lhes permitia dizer que o conheciam. 35 Levantando-se muito antes de amanhecer, saiu, e foi a um lugar solitário, e lá fazia oração. E Iá fazia oração. Jesus mostra-nos com o seu exemplo que temos necessidade de recorrer à oração para obtermos de Deus luzes e auxílios. 36 Simão e os seus companheiros foram procurá-lo. 37 Tendo-o encontrado, disseram-lhe: "Todos te procuram." 38 Ele respondeu: "Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de que eu também lá pregue, pois para isso é que vim." 39 E andava pregando nas sinagogas, por toda a Galileia, e expelia os demônios.Cura do leproso.
40 Foi ter com ele um leproso, fazendo-lhe suas súplicas, e, pondo-se de joelhos, disse-lhe: Se queres, podes limpar-me. 41 Jesus, compadecido dele, estendeu a mão e, tocando-o, disse-lhe: "Quero, sê limpo." 42 Imediatamente desapareceu dele a lepra e ficou limpo. 43 E logo o mandou retirar, dizendo-lhe com tom severo: 44 "Guarda-te de o dizer a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela purificação o que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho. 45 Ele, porém, retirando-se começou a contar e a publicar o sucedido, de sorte que Jesus já não podia entrar descobertamente numa cidade, mas ficava fora nos lugares desertos, e de todas as partes iam ter com ele.Citado em 165
- Este capítulo Compêndio da Doutrina Social da Igreja(193)Summa (EN)(III 38.3)Ecclesiam Suam(§103)
- v. 1 CCC(¶422
¶515) Africae Munus(§161)Evangelii Nuntiandi(§7) - v. 2 Reconciliatio Et Paenitentia(§26)
- v. 3 Ecclesiam Suam(§57
§107) Evangelii Praecones(§30)Reconciliatio Et Paenitentia(§26) - v. 4 Summa (EN)(III 38.3)Reconciliatio Et Paenitentia(§26)Redemptoris Missio(§46)
- v. 5 Summa (EN)(III 38.3
III 38.4) Reconciliatio Et Paenitentia(§26) - v. 6 Reconciliatio Et Paenitentia(§26)
- v. 7 Dominum Et Vivificantem(§19)
- v. 8 Dominum Et Vivificantem(§19)
- v. 9 Summa (EN)(III 39.2
III 39.4) - v. 10 Summa (EN)(III 39.5)Amoris Laetitia(§71)Dominum Et Vivificantem(§15
§19) Ecclesia In Asia(§16)Mystici Corporis Christi(§14§32 Redemptoris Missio(§46)§33) - v. 11 CCC(¶151
¶422) Amoris Laetitia(§71)Dilexit Nos(§73)Pastores Dabo Vobis(§14)Redemptor Hominis(§18§20) - v. 12 CCC(¶333
¶538) Compêndio da Doutrina Social da Igreja(175)Summa (EN)(III 41.3)Ecclesia In Asia(§16)Reconciliatio Et Paenitentia(§26) - v. 13 CCC(¶333
¶538) Compêndio da Doutrina Social da Igreja(175)Summa (EN)(III 41.2III 41.3) Reconciliatio Et Paenitentia(§26) - v. 14 CCC(¶541)Orações Comuns(Rosário)Christifideles Laici(§57)Reconciliatio Et Paenitentia(§4
§26) Redemptoris Missio(§13§46) Verbum Domini(§93) - v. 15 CCC(¶541
¶1423 Compêndio da Doutrina Social da Igreja(49)Orações Comuns(Rosário)Ad Gentes(§8)Dominum Et Vivificantem(§31¶1427 ¶2612) §42) Ecclesia In America(§26)Ecclesia In Europa(§119§120) Gaudete In Domino(§51)Incarnationis Mysterium(§11)Lebanon(§79)Lumen Gentium(§5)Novo Millennio Ineunte(§5)Reconciliatio Et Paenitentia(§1§4 Redemptor Hominis(§18§10 §26) §20) Redemptoris Mater(§1)Redemptoris Missio(§13§46) Rosarium Virginis Mariae(§21)Signum Magnum(§11)Sollicitudo Rei Socialis(§38)Ut Unum Sint(§15)Verbum Domini(§93)Veritatis Splendor(§8§107) - v. 16 CCC(¶787)Pastores Dabo Vobis(§60)Vita Consecrata(§18
§22) - v. 17 CCC(¶787)Pastores Dabo Vobis(§60)Redemptor Hominis(§20)Vita Consecrata(§18
§22) - v. 18 CCC(¶787)Pastores Dabo Vobis(§60)Vita Consecrata(§18
§22) - v. 19 CCC(¶787)Pastores Dabo Vobis(§60)Vita Consecrata(§18
§22) - v. 20 CCC(¶787)Pastores Dabo Vobis(§60)Vita Consecrata(§18
§22) - v. 21 CCC(¶2173)Sacerdotalis Caelibatus(§24)Signum Magnum(§5)
- v. 22 Catechesi Tradendae(§7)
- v. 23 Summa (EN)(III 29.1)Perguntas(Demônios e exorcismo)
- v. 24 CCC(¶438)Summa (EN)(I 64.2
III 29.1 Perguntas(Demônios e exorcismo)Ecclesia In America(§30)Lumen Gentium(§39)III 44.1 III 59.6 Suppl 89.8) - v. 25 CCC(¶1673)Summa (EN)(II-II 90.2)Perguntas(Demônios e exorcismo)
- v. 26 CCC(¶1673)Perguntas(Demônios e exorcismo)
- v. 27 Summa (EN)(III 43.4)Perguntas(Demônios e exorcismo)Evangelii Gaudium(§136)Evangelii Nuntiandi(§11)Pastores Dabo Vobis(§14)
- v. 28 Pastores Dabo Vobis(§14)
- v. 29 Amoris Laetitia(§21)
- v. 30 Amoris Laetitia(§21)Mulieris Dignitatem(§13)
- v. 31 Amoris Laetitia(§21)
- v. 32 Africae Munus(§139)
- v. 34 Summa (EN)(III 44.1)Africae Munus(§139)
- v. 35 CCC(¶2602)Perguntas(As telas)Ecclesia In Oceania(§37)
- v. 38 Summa (EN)(III 40.3)Evangelii Gaudium(§21)
- v. 40 CCC(¶2616)Amoris Laetitia(§289)
- v. 41 CCC(¶1504
¶2616) Amoris Laetitia(§289)Redemptoris Custos(§25§27) - v. 42 Amoris Laetitia(§289)
- v. 43 Amoris Laetitia(§289)
- v. 44 Amoris Laetitia(§289)
- v. 45 Amoris Laetitia(§289)Evangelii Gaudium(§136)
- v. 74 Redemptoris Missio(§13)
- v. 75 Redemptoris Missio(§13)