2 A ti, ó Deus, é devido um hino em Sião, cumpra-se o voto a ti,3 que ouves as preces. A ti vem todo o mortal,4 por causa das iniquidades. Oprimem-nos os nossos delitos: tu os perdoas.5 Bem-aventurado o que escolhes e tomas para ti: ele habita nos teus átrios. Sejamos saciados dos bens da tua casa, da santidade do teu templo.
pelo governo de todas as coisas.
6 Tu nos ouves com justiça, entre prodígios estupendos, ó Deus, Salvador nosso, esperança de todos os confins da terra, e dos mais longínquos mares,7 que dás firmeza aos montes com a tua força, cingido de poder,8 que aplacas o bramido do mar, o bramido das ondas e o tumulto dos povos:9 e os que habitam os confins da terra temem pelos teus prodígios; enches de gozo os limites do oriente e do ocidente.
pela fertilidade da terra.
10 Visitaste a terra e a regaste, encheste-a de grandes riquezas. O rio de DeusExpressão poética para dizer que caiu muita chuva, trazendo à terra a fertilidade. está cheio de água; preparaste-lhes o trigo, porque assim preparaste a terra:11 regaste os seus sulcos, desfizeste as suas glebas, amoleceste-a com as chuvas, abençoaste a sua semente.12 Coroaste o ano com a tua bondade e os teus caminhos ressumam fertilidade.13 Ressumam os pastos do deserto, e as colinas cingem-se de alegria.14 Os prados revestem-se de rebanhos, e os vales cobrem-se de trigais: aclamam e cantam.